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sexta-feira, 1 de junho de 2012

ESTOU PRONTO




O capitão de um navio que ia zarpar
dirigia-se apressado para o porto.
Estava muito frio.   Diante da vitrine
de um restaurante, ele viu um menino quase
maltrapilho, de bracinhos cruzados e meio tremulo.

- Que esta fazendo ai, meu pequeno?  disse-lhe o capitão.

- Estou só olhando quanta
coisa gostosa tem ai para se comer...

- Tenho bem pouco tempo antes da partida
do navio, Se você estivesse arrumadinho,
  eu o levaria a esse restaurante para que
comesse algumas dessas coisas boas e
  saborosas; mas, infelizmente não está

  O garoto, faminto e com os olhos rasos d'agua
 passou a maozinha magra sobre os
  cabelos em desalinho e falou:

- Estou pronto, agora!!

  Comovido, o capitão o levou como estava
ao restaurante, fazendo servir-lhe uma boa
  refeição.  E enquanto o garoto comia, perguntou-lhe:

- Diga-me uma coisa: onde esta sua mãe, meu pequeno?

- Ela foi para o céu quando eu tinha apenas quatro
  anos de idade. Disse o menino sem entender ainda a vida.

- E você ficou só com seu pai? E onde esta ele agora?  Onde trabalha?

- Nunca mais vi meu pai, desde que mamãe partiu...

- Mas então, quem toma conta de você?

  Com um jeitinho resignado, o menino respondeu:

- Quando minha mãe estava doente,
ela disse que Deus tomaria conta de mim.
  Ela ainda me ensinou a pedir isto todos os dias a Ele.

  O capitão, cheio de compaixão, acrescentou:

- Se você estivesse limpo e arrumadinho
eu o levaria para o navio e cuidaria
  de você com muita alegria.

  Novamente, o menino, alisando os cabelinhos
sujos e malcuidados, voltou a repetir
  a mesma expressão:

- Capitão, estou pronto agora.

Vendo-o assim quase suplicante,
aquele capitão o levou para o navio, onde o
apresentou aos marinheiros e imediatos, dizendo:

- Ele será o meu ajudante e será
sempre chamado de PRONTO agora.

Ali o garoto recebeu tudo o que carecia
e as coisas transcorriam, aparentemente,
bem, ate que um dia ele amanheceu febril.
Foi medicado mas a febre não cedia.
Vendo-o piorar, o capitão aflito disse ao medico:

- Procure salva-lo, doutor. Não posso perde-lo.

O medico fez tudo o que pode, mas em vão.
Na tarde seguinte, o menino, chamando o
capitão, lhe falou:

- Eu o amo tanto... Você foi bom para mim.
Gostei de estar aqui, mas ainda será
melhor no céu. Eu estou pronto, agora,
para me encontrar com o Pai que também
o ama. Não deseja aceitá-lo? Assim nos veremos no céu...

- Sim, filho, tenho pensado nisto,
e continuarei pensando disse-lhe.

- Mas quando? Quando estará pronto
a entregar a vida e o seu coração ao Pai?

Com lagrimas nos olhos, o capitão,
tomando as mãos do menino, disse:

- Estou pronto, agora! - E ali aceitou a Jesus. 
Autor Desconhecido

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

NÃO ESQUEÇA O PRINCIPAL



Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma caverna escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia:
“Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não esqueça o principal”.
Lembre-se porem de uma coisa: depois que você sair, a porta se fechará para sempre.
“Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal...”.
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas joias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente:
“Você só tem oito minutos”.
Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e de pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou...
Lembrou-se então que a criança ficara la dentro e a porta estava fechada pra sempre!
A riqueza durou pouco e a tristeza sempre.
O mesmo acontece, às vezes, conosco. Temos uns oitenta anos para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte:
“Não se esqueça do principal”
E o principal são os valores espirituais, o amor ao próximo, a fé, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto que o principal vai ficando sempre ao lado...
Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado o essencial: “os tesouros da alma!”.
Que jamais nos esqueçamos que a vida, neste mundo, passa rápido e que a morte chega de inesperado. E quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerá as lamentações.
Portanto, que jamais nos esqueçamos do principal!!





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A VIDA COMO ELA É


Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar.
Ele informou ao chefe o seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao pedreiro para trabalhar em, mais um projeto como um favor. Como a vida é engraçada.
O pedreiro não gostou, mas acabou concordando. Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a ideia. Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira. Quando o pedreiro acabou, o seu chefe veio fazer a inspeção da casa construída... Depois ele deu a chave da casa para o pedreiro e disse: “Essa é sua casa. Ela é meu presente para você”.
O pedreiro ficou muito surpreso. Que pena! Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente. O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção. Depois, com surpresa, nós descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos.
Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás. Você é o pedreiro.
Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas, constrói paredes.
Alguém já disse que: “A vida é um projeto que você mesmo constrói”.
Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a “casa” que você vai morar amanhã. Construa com sabedoria!

“NEM SEMPRE DEUS CHEGA NOS MOMENTOS EM QUE A GENTE QUER, MAS ELE NUNCA CHEGA ATRASADO”.



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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Lição de Vida




Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro, chega em casa todo orgulhoso e chama sua esposa para ver o lindo caminhão que comprara depois de longos e árduos 20 anos
de trabalho.

Era o primeiro que conseguira comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada.

A partir daquele dia, finalmente seria seu
próprio patrão.

Ao chegar à porta de sua casa, encontra seu filhinho de 6 anos, martelando alegremente a
lataria do reluzente caminhão.

Irado e aos berros pergunta o que o filho estava
fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender
o que estava acontecendo.

A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.

Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.

Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais
e informa que as dilacerações foram de tão
grande extensão, que todos os dedos da criança
tiveram que ser amputados.

Porém, o menino era forte e resisitira bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo
no quarto.

Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou
um sorriso e disse ao pai:

- Papai, me desculpe.
Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia.
Não fique bravo comigo!

O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância.
Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão
não tinha estragado.

Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:

- Quer dizer que não está mais bravo comigo?

- É claro que não! - respondeu o pai.

Ao que o menino pergunta:

- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?



Pense nisso... me emocionei com essa história, realmente, quando 
estamos nervosa (o) fazemos coisas que depois nos arrependemos,
então o melhor a fazer é não agir na hora da raiva, e nos acalmar primeiro.
'Pois é horrível o sentimento de culpa'.


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